Mês: fevereiro 2017

Aviso

No período de 24/02 a 05/03, o Sindifarma-PR estará em férias coletivas. As atividades voltam ao normal em 06/03. Compartilhe esta...

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Preço de medicamento deverá ter reajuste médio de 3,4%, projeta setor

A indústria farmacêutica projeta que o governo autorizará um reajuste médio de cerca de 3,4% no preço dos medicamentos neste ano, segundo companhias do setor ouvidas pela coluna. O aumento permitido varia de acordo com o produto. As informações são da Folha de São Paulo. Para aqueles com mais concorrentes no mercado, a taxa deverá ser menor, de cerca de 1,6%, e, para os mais inovadores, deverá chegar a 5%, apontam as previsões, que podem mudar a depender da inflação de fevereiro. O reajuste, que deverá ocorrer em março, é feito anualmente pelo governo. O cálculo leva em consideração fatores como inflação, alta de custo dos insumos e ganhos de produtividade, que são parcialmente descontados. Fonte – Folha de S. Paulo Compartilhe esta...

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13ª edição da Abradilan Conexão Farma acontece em março

A Abradilan Conexão Farma, maior evento nacional do setor farmacêutico, está em sua 13ª edição e, neste ano, ocorrerá entre os dias 21 e 23 de março, no Expo Center Norte (SP). O impacto econômico gerado pela feira se explica pelos números relacionados a ela, uma vez que a estimativa é receber em torno de cinco mil visitantes por dia, em um espaço de 20 mil m², promovendo contato direto com 80 expositores e movimentando mais de R$200 milhões em negócios. O evento receberá proprietários de farmácias de todas as regiões do país, que encontram nessa ocasião uma ótima...

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Novartis investe em nova linha de produção para aumentar em 25% a capacidade fabril de genéricos

A Novartis inaugura este mês uma nova linha de produção de medicamentos sólidos na fábrica de Cambé, no Paraná. Com a nova plataforma, a companhia amplia em 25% a capacidade de produção de medicamentos genéricos sob a marca Sandoz no Brasil. A nova linha fecha um ciclo de R$ 54 milhões em investimentos na expansão e melhoria da planta industrial. “Dobramos as vendas nos últimos três anos e o investimento na plataforma industrial é uma resposta a este processo de rápido crescimento da unidade brasileira”, afirma André Brázay, diretor geral da Sandoz, divisão do Grupo Novartis para genéricos e biossimilares. Na América Latina, o crescimento da Sandoz foi de 11% em 2016, segundo balanço global da companhia. No ano, a empresa atingiu vendas recordes de US$ 10,1 bilhões mundialmente. “O crescimento deve-se em grande parte à expansão dos biossimilares no mundo, segmento em que a Sandoz é pioneira, e à expansão da venda de genéricos em mercados emergentes”, avalia Francisco Ballester, diretor regional da Sandoz na América Latina. A nova linha produzirá 26 dos 240 produtos processados na planta paranaense. A unidade de Cambé abastece o mercado nacional, além de exportar para países da América Latina e Europa. A fábrica faz parte da Novartis Technical Operations (NTO), complexo operacional com 67 unidades produtivas no mundo, que abastece todas as divisões da organização, desde medicamentos genéricos até os inovadores –...

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Genéricos crescem 163% desde 2010

Os medicamentos genéricos movimentaram R$ 4,7 bilhões no país em 2016, número 13,7% superior ao registrado um ano antes e bem acima do R$ 1,8 bilhão de 2010. O desempenho do último ano ficou acima do aumento de 10,93% na venda geral de medicamentos no Brasil, que inclui remédios de marca e similares, segundo dados fornecidos pela Associação Brasileira de Redes de Farmácia e Drogarias, a Abrafarma. Ao todo, foram vendidas mais de 293 milhões de unidades de genéricos no ano passado, 24 milhões a mais do que em 2015. Para Sérgio Mena Barreto, presidente da Abrafarma, os preços mais baixos e a deficiências da rede pública de saúde na distribuição gratuita de medicamentos contribuíram para isso. Segundo a entidade, a participação dos genéricos no faturamento total das 27 maiores redes de farmácias do país associadas oscilou entre 10,4% e 11,9% nos últimos sete anos. Os genéricos começaram a ser vendidos em 1999 no país e hoje correspondem a 30% de todos os remédios vendidos no país. Fonte – Exame Compartilhe esta...

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Nota sobre fosfoetanolamina como “suplemento alimentar”

A respeito das notícias veiculadas recentemente, pela imprensa e redes sociais, de que a fosfoetanolamina será comercializada como suplemento alimentar, a Anvisa esclarece que: Jamais foi protocolado, junto à Anvisa, qualquer pedido de registro da fosfoetanolamina, seja na forma de suplemento, seja na forma de medicamento. A fosfoetanolamina não é uma substância proibida, mas, para ser comercializada, de acordo com a legislação brasileira, e em conformidade com as regras praticadas em todos os países desenvolvidos do mundo, precisa estar registrada na Anvisa. Para que “suplementos” à base de fosfoetanolamina possam ser comercializados no Brasil, é necessário que esses produtos...

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Produto Marroquina de Argan é suspenso pela Anvisa

Na embalagem do cosmético Marroquina Argan, consta que o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e os dados técnicos da empresa são da Elza Indústria e Comércio de Cosmético Ltda. A empresa afirma na denúncia que não fabrica cosméticos com formaldeído e que se trata de falsificação. Diante disso, a Resolução RE n° 455 de 17 de fevereiro de 2017 determina a apreensão e inutilização, em todo o território nacional, do produto Marroquina de Argan. Fonte – Anvisa Compartilhe esta...

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Determinada a suspensão do produto Sistema Essure

A Anvisa recebeu relatórios técnico-científicos e tirou de circulação o produto Sistema Essure registrado pela empresa Comercial Commed Produtos Hospitalares Ltda. O sistema contraceptivo é classificado com risco máximo. Pode provocar alterações no sangramento menstrual, gravidez indesejada, dor crônica, perfuração e migração do dispositivo, alergia e sensibilidade ou reações do tipo imune e por isso, foi classificado como de risco máximo. Foi determinada a suspensão da importação, da distribuição e comercialização, do uso e da divulgação, do produto em todo o território nacional. A Resolução RE nº 457, de 17 de fevereiro de 2017. Fonte – Anvisa Compartilhe esta...

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Cimed tem plano ambicioso de R$ 2 bi

O grupo farmacêutico Cimed, que está entre os cinco maiores do país, considerando-­se também a distribuição própria de medicamentos, pretende repetir o desempenho verificado nos últimos quatro anos e dobrar de tamanho até 2020. A meta é alcançar R$ 2 bilhões em faturamento, depois de alcançar o primeiro bilhão de reais em 2017, quando completa 40 anos de história. Os esforços para atingir esse objetivo já estão definidos, diz o presidente da Cimed, João Adibe Marques. Em investimentos na ampliação da capacidade produtiva da fábrica de Pouso Alegre (MG), serão R$ 100 milhões. O grupo entrará ainda em dois novos mercados, o de dermocosméticos e o de medicamentos de prescrição, e ampliará a presença nas grandes redes varejistas. “Dobramos de tamanho nos últimos quatro anos. Vamos dobrar outra vez”, afirma. A empresa tem crescido 20% ao ano. Ainda como parte da estratégia, um grupo de 110 profissionais da farmacêutica com postos de liderança, os chamados multiplicadores, se reuniu por uma semana em Portugal para conhecer o plano de crescimento e a nova identidade dos medicamentos genéricos e equivalentes. Nos próximos três meses, esse grupo vai trabalhar em cada área da farmacêutica e debater novas ideias para os 50 principais produtos, que hoje respondem por 50% das receitas. “Estão todos muito engajados”, diz Marques. Dentro da Cimed, informa o empresário, a meta estabelecida para 2020 ganhou tamanha adesão que acabou...

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Produto Canela de Velho é suspenso por não ter registro

A Anvisa determina que a empresa Mario Augusto de Souza, retire do seu site a divulgação do medicamento Canela de Velho que não possui registro, notificação ou cadastro na Agência. A divulgação irregular, feita no site da empresa ou em qualquer outra mídia foi proibida. O produto, que contém em sua formulação a planta Miconia albicans desidratada e triturada é divulgado com indicações terapêuticas, mas não pode ser fabricado, distribuído, divulgado e comercializado em todo território nacional. Resolução RE N° 400, de 16 de fevereiro de 2017 publicado do Diário Oficial da União (DOU). Fonte – Anvisa Compartilhe esta...

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