Mês: junho 2016

Alimentos têm menos sal, mas hipertensão continua alta no Brasil

Um acordo firmado entre o Ministério da Saúde e a indústria alimentícia já permitiu a retirada de 14.893 toneladas de sódio da comida industrializada entre 2011 e 2015. Mas a quantidade de brasileiros com hipertensão, doença associada ao alto consumo de sódio, presente no sal de sozinha, permanece inalterada, pelo menos por enquanto. Um de cada quatro brasileiros sofre com a doença, número considerado alto pelo Ministério. O acordo entre o governo e a Associação das Indústrias da Alimentação (Abia) foi iniciado em 2011 e está em sua quarta etapa. A primeira teve como alvos macarrão instantâneo, pão de forma e bisnaguinha, com uma redução de 1.859 toneladas de sódio. A segunda envolveu bolos, salgadinhos, batatas fritas, maioneses e biscoitos, com menos 5.793 toneladas. A terceira abrangeu margarina, cereais, caldos e temperos e levou à redução de 7.241 toneladas. A quarta etapa envolve embutidos, como linguiças, presuntos e mortadelas, além de queijos e sopas, e terá seu resultado divulgado em 2017. O objetivo é retirar 28.562 toneladas do mercado brasileiro até 2020. Segundo o Ministério da Saúde, a cada ano novas metas são traçadas para obter maiores reduções. O Ministério da Saúde também está conversando com a Abia para reduzir o nível de açúcar nos alimentos. Mas há algumas dificuldades para conseguir esses resultados. O sal, por exemplo, não é usado apenas para dar sabor, para também para preservar...

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Como a aspirina líquida pode combater tumores cerebrais

Cientistas britânicos anunciaram na terça-feira um tratamento potencialmente revolucionário no tratamento de tumores cerebrais, que tem como base uma forma líquida de aspirina. Geoff Pilkington e Richard Hill, da Universidade de Portsmouth, no sul do Reino Unido, apresentaram as conclusões de sua pesquisa em uma convenção médica para especialistas em tumores cerebrais, em Varsóvia (Polônia). Eles argumentam que o composto “IP1876B”, cuja fórmula tem ainda dois ingredientes não revelados, mostrou em testes ser 10 vezes mais eficiente no combate aos tumores do que qualquer combinação de drogas já conhecida. Todos os componentes, segundo os cientistas, já são aprovados para...

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Anvisa e organização científica dos EUA firmam acordo para harmonizar farmacopeias

O diretor-presidente da Anvisa, Jarbas Barbosa, e o diretor-executivo da United States Pharmacopeial Convention (USP-EUA), Ronald Piervicenzi, assinaram, nesta quarta (29), um termo de compromisso com o intuito de fortalecer as relações e promover a cooperação para a harmonização das farmacopeias brasileira e americana. O acordo, firmado em Washington, D.C. (EUA), tem validade de dois anos e prevê ações para a realização conjunta de atividades técnico-científicas de educação e treinamento de profissionais envolvidos com a elaboração e a utilização de compêndios de farmacopéia, de acordo com a necessidade e conveniência das duas instituições. A colaboração abrange todos os produtos...

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Farmácias defendem por unanimidade conveniência e medicamentos não tarjados fora do balcão

Reunidos na noite da última quinta-feira (23), em Curitiba, proprietários de farmácias e drogarias de todo o Paraná decidiram, por unanimidade, defender a continuidade da comercialização de artigos de conveniência nos estabelecimentos farmacêuticos e a venda de medicamentos não tarjados, os MIPs (Medicamentos Isentos de Prescrição), do lado de fora do balcão, pelo sistema de autoatendimento. A assembleia da categoria, realizada no Teatro do Sesc com grande participação, foi convocada pelo Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos do Paraná (Sindifarma-PR), após reunião, no início de junho, com o Ministério Público do Estado, representantes da Secretaria Estadual da Saúde, Vigilância Sanitária do Paraná, Conselho Regional de Farmácia (CRF-PR), entre outras entidades, para que fosse tomada uma decisão conjunta sobre conveniência e MIPs. O posicionamento será agora levado para o próximo encontro no MP, cuja data deve ser confirmada em breve. O presidente do Sindifarma-PR, Edenir Zandoná Júnior, destacou que todos opinaram e foram ouvidos, “demonstrando que o sindicato está no caminho certo”. Amparo legal A venda de produtos de conveniência é amparada pela Lei Estadual 17.733, de 2013, que veda apenas a comercialização de bebidas alcoólicas, cigarros e alimentos não industrializados. Lei com idêntico objeto já foi considerada constitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que decidiu sobre o tema ao julgar a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4954, proposta Ministério Público Federal (MPF). Em relação à Resolução 328/1999, com...

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Empresa quer fazer primeiro remédio brasileiro à base de maconha

Uma start-up do ramo farmacêutico decidiu produzir o primeiro medicamento brasileiro à base de maconha. A ideia é fazer um extrato fitoterápico que trate casos de epilepsia nos quais outros remédios não funcionam. A start-up Entourage Phytolab busca desenvolver um medicamento fitoterápico à base de maconha desde que foi fundada, em 2015. A previsão dela é que a droga seja lançada em 2018. A vantagem de um medicamento brasileiro, desenvolvido e testado no país, seria a segurança e a garantia de fornecimento para quem necessita da droga –que não precisaria mais depender, como ocorre hoje, de autorizações para importá-la. Os principais componentes do extrato da erva são o tetra-hidrocanabinol (THC) e o canabidiol (CBD). O primeiro é psicotrópico; o segundo, não. Tanto o THC quanto o CBD têm propriedades farmacológicas que os fazem ser de interesse medicinal. O problema é o grande potencial de abuso, principalmente do THC –isso dificulta o licenciamento de medicamentos baseados no composto. A iniciativa da Entourage, no entanto, está direcionada para a produção de um extrato que seja rico em CBD e com pouquíssimo THC. Para isso, serão utilizadas flores de uma variedade de cannabis fornecida pela Bedrocan, multinacional especializada em produção para uso medicinal. Os demais componentes da erva não serão eliminados, de acordo com Caio Santos Abreu, diretor-executivo da start-up. O motivo é que a pequena fração de outras moléculas pode ajudar...

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Antibiótico impede infecção pelo vírus zika

E se a gestante pudesse tomar um remédio contra os efeitos da zika? É com essa pergunta em mente que cientistas da Universidade da Califórnia em San Francisco (EUA) realizaram um estudo para entender como o vírus da zika passa da mãe para o bebê e como a infecção pode ser evitada. “A nossa motivação para esse trabalho é o ônus devastador que o vírus da zika tem levado à população brasileira e à do mundo todo”, diz uma das autoras do estudo, Hanna Retallack. Hanna faz parte de um time interdisciplinar de pesquisadores que se juntaram para lidar...

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Lote de Kaletra é suspenso por validade incorreta

A Anvisa determinou nesta terça-feira (28/6) a interdição de três lotes do antirretroviral Kaletra, fabricado pela Abbvie Farmacêutica Ltda. A medida é válida para os lotes 1037186, 1042956 e 1055165 do Kaletra 100/25 mg de 60 comprimidos. O motivo da suspensão foi a identificação de um erro na impressão do prazo de validade do produto. O Kaletra tem validade de 24 meses, mas nos lotes suspensos essa validade saiu com 36 meses. O medicamento composto pelos princípios ativos lopinavir e ritonavir é um antirretroviral utilizado principalmente no tratamento contra o HIV. A Anvisa também determinou que a empresa faça o recolhimento dos lotes do mercado. A comunicação do erro foi feita pela própria empresa. A medida está na Resolução RE 1.676/2016, publicada na terça-feira (28/6), no Diário Oficial da União (DOU). Fonte – Anvisa Compartilhe esta...

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Laboratório Teuto tem lote de medicamento para hipertensão suspenso

A venda e o uso do lote 9067069 do medicamento Furosemida 10 mg, genérico, solução injetável, com validade até março de 2017 estão suspensas pela Anvisa. O medicamento fabricado pelo Laboratório Teuto Brasileiro S.A. apresentou ampolas com número de lote e validade ilegíveis, além disso, as ampolas também apresentaram estilhaços ao serem abertas, conforme o laudo de análise fiscal emitido pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-SP). Veja a resolução 1.648 publicada nesta sexta-feira (24/6) no Diário Oficial da União (DOU). Fonte – Anvisa Compartilhe esta...

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Edição especial de revista da Opas objetiva o fortalecimento da regulação sanitária nas Américas

Uma edição especial da Revista Pan-Americana de Saúde Pública da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), publicada com o apoio da Food and Drug Administration (FDA-EUA), foi lançada ontem, em solenidade na sede da instituição, em Washington, DC (EUA). A revista proporciona evidências científicas atualizadas sobre regulação sanitária de medicamentos e outras tecnologias sanitárias. Esta nova informação ajudará os organismos regulatórios a tomar decisões, expandir seu alcance regulatório e conhecer outras experiências. As agências regulatórias têm, entre outras funções, a responsabilidade de regular e controlar os medicamentos e outras tecnologias sanitárias, como as vacinas, hemoderivados e dispositivos médicos disponíveis para as populações. Desta maneira, asseguram a qualidade, segurança e eficácia destes produtos e protegem a população de potenciais perigos para a saúde. A diretora da Opas, Carissa F. Etienne, destacou que este número especial da revista busca contribuir com o entendimento daquilo que as agências regulatórias oferecem para a saúde global, assim como compartilhar “perspectivas, oportunidades e desafios na regulação de medicamentos identificados pelos mesmos especialistas que trabalham diariamente no ambiente regulatório”. “Com o ritmo dos fluxos de ciência, informações e dados, e inovação para aumentar a uma velocidade recorde, os reguladores em todo o mundo não deve estar apenas na vanguarda, mas também ficar à frente desse ritmo para garantir qualidade, eficácia e segurança dos produtos abrangidos”, disse Etienne. A publicação inclui artigos de especialistas das Américas na regulação...

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Proibido clarificante de açúcar da marca Prosugar

O Clarificante de açúcar da marca Prosugar teve a fabricação, a distribuição e a venda proibidas pela Anvisa nesta sexta-feira (24/6). O produto é da empresa Prosugar Indústria e Comércio S.A. A decisão foi motivada porque a fórmula do produto apresenta substâncias não autorizadas para uso na clarificação de açúcar pela legislação sanitária, como: formaldeído sufoxilato de sódio e 1-hidroxietileno-1, 1-ácido di-fosônico. A Agência também determinou que todos os estabelecimentos processadores de açúcar não podem usar o produto citado no processamento para consumo humano. Com a determinação da Anvisa, a empresa deve promover o recolhimento do estoque no mercado. Confira a resolução 1.647 no Diário Oficial da União (DOU). Fonte – Anvisa Compartilhe esta...

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